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	<title>Aprendendo a contar histórias</title>
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	<description>texto de Eduardo Kerr.</description>
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		<title>Aprendendo a contar histórias</title>
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		<title>Natal &#8211; Uma ótima receita</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 16:33:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edukerr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2007 escrevi que meu Natal era &#8220;meio cheio&#8221;. 
Desde então a intensidade da maldade, da loucura e da tristeza na humanidade não diminuíu, as igrejas crescem em número, mas desconfio que Cristo não tem sido convidado para fazer parte delas. As pessoas queridas continuam morrendo, e numa época em que os encontros com nossos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=eduardokerr.wordpress.com&blog=2392533&post=235&subd=eduardokerr&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Em 2007 escrevi que meu <a href="http://eduardokerr.wordpress.com/2007/12/27/natal-meio-cheio-ou-natal-meio-vazio/">Natal era &#8220;meio cheio&#8221;. </a></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr">Desde então a intensidade da maldade, da loucura e da tristeza na humanidade não diminuíu, as igrejas crescem em número, mas desconfio que Cristo não tem sido convidado para fazer parte delas. As pessoas queridas continuam morrendo, e numa época em que os encontros com nossos queridos sempre aconteciam é inevitável que sejamos tomados por momentos de saudades. Ainda assim, continuo com a mesma opinião.</p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr">Cada vez é maior o número de pessoas que não conseguem superar a sensação de Natal &#8220;meio vazio&#8221;, e com isso as novas gerações vão adquirindo sensações cruéis, falsas e distorcidas dessa festa tão especial.</p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr">Para muitos, o Natal passa a ser um dia triste, sem brilho, sem sabor e sem memória. Um dia para esquecer de um &#8220;deus&#8221; omisso e ficar de mal com ele, pelo menos até a tristeza ir embora&#8230;</p>
<p dir="ltr">Nem todos são assim, é verdade, alguns, para reagir a esse sentimento partem para festa e muita festa, com excessos, desde que venha para anestesiar seus corações, que mal tem?</p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr">Alguma coisa está dando errado&#8230; O que seria? Falta de professores, maus professores, maus alunos ou os motivos e os ingredientes estão errados? Sei lá&#8230; Mas do jeito que vai indo é uma receita certa para a amargura, a vida vazia, a morte da esperança.</p>
<p dir="ltr">Aprendi a comemorar o nascimento de Cristo com pessoas que enfrentaram dificuldades que minha geração não precisou enfrentar, mas nunca passaram uma imagem distorcida da festa.</p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr">A receita que eles deixaram tem ótimos ingredientes: músicas de Natal, história do Natal, luzes de Natal, árvore de Natal, gosto de Natal, alegria e prazer de receber pessoas em suas casas, com ou sem presentes, mas sempre com Cristo como o motivo maior da festa. Meus professores foram os melhores, meus pais, Lysias e Norma. Tive também a felicidade de conhecer alguns de seus professores, vó Elaine, vó Aurora e tia Nydia. Tem mais ainda, mas através desses citados faço uma homenagem a todos. Obrigado por todos os Natais emocionantes!!!</p>
<p>Espero ensinar da mesma forma que aprendi.</p>
<p>Ainda bem que está chegando o Natal, de novo.<span id="more-235"></span></p>
 Tagged: Natal <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/eduardokerr.wordpress.com/235/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/eduardokerr.wordpress.com/235/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/eduardokerr.wordpress.com/235/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/eduardokerr.wordpress.com/235/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/eduardokerr.wordpress.com/235/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/eduardokerr.wordpress.com/235/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/eduardokerr.wordpress.com/235/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/eduardokerr.wordpress.com/235/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/eduardokerr.wordpress.com/235/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/eduardokerr.wordpress.com/235/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=eduardokerr.wordpress.com&blog=2392533&post=235&subd=eduardokerr&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Filhos do trovão</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 13:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edukerr</dc:creator>
				<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Filho do trovão]]></category>

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		<description><![CDATA[Os apóstolos  João e Tiago, eram irmãos, foram conhecidos inicialmente como &#8220;filhos do trovão&#8221;. Em pelo menos uma das passagens registradas na Bíblia, foi registrado a indignação deles com os samaritanos e o desejo de &#8220;fritar&#8221; os infiéis. Acredito que muitas outras situações ocorreram para justificar o apelido que esses irmãos receberam. Tiago e João [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=eduardokerr.wordpress.com&blog=2392533&post=313&subd=eduardokerr&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Os apóstolos  João e Tiago, eram irmãos, foram conhecidos inicialmente como &#8220;filhos do trovão&#8221;. Em pelo menos uma das passagens registradas na Bíblia, foi registrado a indignação deles com os samaritanos e o desejo de &#8220;fritar&#8221; os infiéis. Acredito que muitas outras situações ocorreram para justificar o apelido que esses irmãos receberam. Tiago e João se transformaram ao longo da caminhada com Jesus e posterirormente na pregação do Evangelho. Mas &#8230; deixaram imitatores, principalmente dos &#8220;trovões&#8221;. Em algum momento foi fundado a Legião dos Filhos do Trovão (FT).</p>
<p style="text-align:justify;">Ah!!! esses imitadores, são muitos e militam em várias frentes de batalha, alguns se especializam em perseguir irmãos e &#8220;primos&#8221; na fé, pois parecem ter mais prazer nessa briga do que combater infiéis declarados. Outros, incansavelmente, combatem tanto os escribas, fariseus como também os cristãos.</p>
<p style="text-align:justify;">Gente de muito valor fez parte do rol de membros dessa Legião de FT, mesmo que apenas como &#8220;membro temporário&#8221; ou &#8220;convidado especial&#8221;, o que não deve, nem deveria ser motivo de desmerecermos os frutos de seu ministério.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda na época de João e Tiago, tivemos os episódios de Paulo x Pedro, Paulo x Barnabé. Ao longo da história muitos outros casos, mas tanto Paulo como Pedro se redimiram em suas cartas, mas nunca mais ouvimos falar de Barnabé, que pena&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">No Brasil tivemos, logo no início do trabalho missionário,  rusgas e críticas ácidas de Kalley aos trabalhos de Simonton e Blackford, os batista em Recife enfrentaram problemas que se propagaram para todo país, e  já na virada do sec. XX, argumentos &#8220;apaixonados&#8221; entre os presbiterianos, os batistas, os congregacionais, os metodistas, etc.. causaram divisões profundas e mágoas, até hoje, mal cicatrizadas. Apesar do homen a semente do evangelho cresceu e multiplicou, pois era vontade do Espírito Santo e não de A, B ou XYZ.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje em dia a história não mudou, a Legião dos FT continua ativa, tudo serve de motivo para invocar fogo santo,  uns querem queimar Bíblias e seus dedicados tradutores, outros querem queimar músicos e tem os que querem queimar os modernos samaritanos, aqueles que são débeis na fé e buscam misericórdia na casa de Deus, mas encontram uma tropa de elite nas portas das igrejas. Tempos difíceis&#8230; Meu consolo é que um dos filhos do trovão ganhou novo apelido na história do Cristianismo, aconteceu com João, o caçula dos apóstolos, foi chamando de Apóstolo do Amor.</p>
<p>Se aconteceu com ele pode acontecer com a Legião do FT, e mesmo que não aconteça, apesar dos filhos do trovão a semente florecerá, porque o dono da seara é o Senhor nosso Deus.</p>
<p style="text-align:justify;">Para terminar, um alerta aos que queimam &#8220;fogo estranho&#8221; no altar do Senhor, nada escapa ao seu olhar. Esse texto não deve ser usado contra aos que defendem a sã doutrina, aos que combatem os lobos disfarçados de ovelhas e aos que enfrentam os modernos fariseus.</p>
<p><em>&#8220;se possível, quando depender de vós, tende paz com todos os homens;&#8221; Rm 12.18</em></p>
 Tagged: Filho do trovão <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/eduardokerr.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/eduardokerr.wordpress.com/313/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/eduardokerr.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/eduardokerr.wordpress.com/313/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/eduardokerr.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/eduardokerr.wordpress.com/313/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/eduardokerr.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/eduardokerr.wordpress.com/313/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/eduardokerr.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/eduardokerr.wordpress.com/313/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=eduardokerr.wordpress.com&blog=2392533&post=313&subd=eduardokerr&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Efeito Dominó</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 17:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edukerr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitos vídeos tem sido produzido com peças de dominó que, ao serem derrubadas, provocam uma sequência espantosa de eventos em paralelo. Inspirado nesses vídeos ratreie alguns eventos(com causas direta) de evangelismo no Brasil até John Wycliff, 1330-1384, que produziu a primeira Bíblia em inglês.
John Wyclif, Sec XIV e Jan Hus, Sec XV, influenciaram a Igreja [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=eduardokerr.wordpress.com&blog=2392533&post=306&subd=eduardokerr&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Muitos vídeos tem sido produzido com peças de dominó que, ao serem derrubadas, provocam uma sequência espantosa de eventos em paralelo. Inspirado nesses vídeos ratreie alguns eventos(com causas direta) de evangelismo no Brasil até John Wycliff, 1330-1384, que produziu a primeira Bíblia em inglês.</p>
<p style="text-align:justify;">John Wyclif, Sec XIV e Jan Hus, Sec XV, influenciaram a Igreja da Moravia (região da Tchecoslováquia). Os moravianos  iniciaram o movimento missionário da igreja reformada no sec XVII. No Sec. XIII, iniciaram em 27 de agosto de 1727,  um vigília de oração de 24 h, ININTERRUPTAS, que durou mais de 100 anos.</p>
<p style="text-align:justify;">Os moravianos influenciaram fortemente o trabalho dos irmãos Wesley, fundadores da igreja Metodista. As histórias das missões moravianas publicadas em livreto foram decisivas na criação da Sociedade Missionária Batista, 2/10 1792, por William Carey, o sapateiro que foi missionário e tradutor da Bíblia na Índia.</p>
<p style="text-align:justify;">William Carey, Batista:<br />
- Trouxe grande impacto para Charles Simeon, Anglicano. Simeon em um de seus sermãos provocou em Henry Martin, Anglicano, a decisão de ser missionário. Martin traduziu a Biblia em vários idiomas, mas antes de iniciar sua viagem, no caminho para Índia, fez um pit-stop na Bahia e escreveu um extenso relatório sobre o Brasil, que vai chegar as mãos de Robert Kalley na década de 1850, através de James Fletcher. Kalley veio ao Brasil em 1855, convocou 3 famílias de madeirenses para vir ao Rio de Janeiro, iniciou o trabalho sistemático de colportagem de Bíblias no Brasil e fundou a Igreja Congregacional, a continuação dessa história nós já sabemos onde vai dar&#8230;.<br />
- Quando ainda estudante,  Charles Hodge, Presbiteriano, escreveu uma carta a seu irmão, contando como tinha ficado impressionado com o trabalho de William Carey em Serampore, Índia. Hodge foi professor de James Fletcher e Ashbel Simonton, Presbiterianos. Foi a pregação de Charles Hodge que provocou a decisão em Simonton de ser missionário ao invés de pastor. Fletcher, que havia sido capelão da marinha mercante no Brasil,  foi parceiro de Daniel Kidder, Metodista, nas viagens de norte a sul do Brasil. Os dois  foram pioneiros da &#8220;colportagem eventual&#8221; em nosso país. Simonton chegou em 1859 no Brasil e fundou a Igreja Presbiteriana do Brasil. Essa história, também já sabemos onde vai dar&#8230;. Alias, não percam o filme (curta metragem, 20 min. em 35 mm) realizado pela Luz para o Caminho (LPC) sobre o Diário de Simonton.</p>
<p>Inicie hoje ainda o efeito dominó na divulgação do evangelho, você não tem idéia quantas histórias ainda vão ser contadas p0r causa disso&#8230;</p>
 Tagged: Charles Hodge, Charles Simeon, Charles Wesley, Daniel Kidder, Madeirenses, Simonton, William Carey <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/eduardokerr.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/eduardokerr.wordpress.com/306/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/eduardokerr.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/eduardokerr.wordpress.com/306/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/eduardokerr.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/eduardokerr.wordpress.com/306/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/eduardokerr.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/eduardokerr.wordpress.com/306/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/eduardokerr.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/eduardokerr.wordpress.com/306/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=eduardokerr.wordpress.com&blog=2392533&post=306&subd=eduardokerr&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Lysias 80 anos</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 20:59:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edukerr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kerr]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Lysias Ruland Kerr]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu pai dizia &#8220;Lysias é nome de filho de pastor&#8221;. Meu pai era filho de pastor, e que pastor!! Mas,..  foi mais que isso, deseja entre outras coisas &#8220;ser pai de gente&#8221;, e foi mais que isso, foi um presente para seus filhos e filhas.
Lembramos hoje que ele nasceu 80 anos atrás. Minha irmã escreveu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=eduardokerr.wordpress.com&blog=2392533&post=300&subd=eduardokerr&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Meu pai dizia &#8220;Lysias é nome de filho de pastor&#8221;. Meu pai era filho de pastor, e que pastor!! Mas,..  foi mais que isso, deseja entre outras coisas &#8220;ser pai de gente&#8221;, e foi mais que isso, foi um presente para seus filhos e filhas.</p>
<p>Lembramos hoje que ele nasceu 80 anos atrás. Minha irmã escreveu sobre isso, e escreveu, e escreveu. Muito bem.</p>
<p>Foi sal para os que o conheceram, ajudou a espalhar o Evangelho, não só em algumas pregações, aulas da Escola Dominical,  ou como Gideão,  pois se empenhava em fazer todas essas coisas de forma especial, mas simplemente vivia como cristão, no temor ao nosso Deus. Tudo isso foi muito bom.</p>
<p>Termino com a parte final do texto da miha irmã Lilian:</p>
<p>“Com efeito, grandes coisas fez o SENHOR por nós; por isso, estamos alegres.” Salmo 126.3</p>
<p style="text-align:left;"><em><strong>De seus filhos: </strong>Lucia, Eduardo, Lilian, Fernando e Gilberto</em></p>
<p style="text-align:left;">
<p>”Narrai isto a vossos filhos, e vossos filhos o façam a seus filhos, e os filhos destes, à outra geração.” Joel 1.3</p>
<p><strong><em>Para os que vieram depois:</em></strong></p>
<p><em>Cecília </em>e Rodrigo,<em> Elisa </em></p>
<p><em>Ana Luisa, Eduardo</em></p>
<p><em> João Guilherme, João Filipe </em></p>
<p><em>Natasha, Isabela (in memoriam), Bernardo, Maria Fernanda</em></p>
<p><em>Isabella, Byron e Thomas, e Matheus</em></p>
 Tagged: Lysias Ruland Kerr <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/eduardokerr.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/eduardokerr.wordpress.com/300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/eduardokerr.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/eduardokerr.wordpress.com/300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/eduardokerr.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/eduardokerr.wordpress.com/300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/eduardokerr.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/eduardokerr.wordpress.com/300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/eduardokerr.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/eduardokerr.wordpress.com/300/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=eduardokerr.wordpress.com&blog=2392533&post=300&subd=eduardokerr&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>E vocês, o que têm feito do tempo e das oportunidades que tiveram até aqui?</title>
		<link>http://eduardokerr.wordpress.com/2009/03/20/e-voces-o-que-tem-feito-do-tempo-e-das-oportunidades-que-tiveram-ate-aqui/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 23:35:44 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[livro]]></category>

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		<description><![CDATA[Ufa&#8230;.. !! Laptop novo, do antigo só sobrou o hd, para tirar o atraso vou reproduzir mais uma história, uma bem longa, mas começamos primeiro com o título.
&#8220;E vocês, o que têm feito do tempo e das oportunidades que tiveramaté aqui?&#8221;
Essa pergunta foi feita em 1941 pelo missionário Mirddin Thomas, na conferência anual da Aliança das Igrejas Evangélicas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=eduardokerr.wordpress.com&blog=2392533&post=287&subd=eduardokerr&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Ufa&#8230;.. !! Laptop novo, do antigo só sobrou o hd, para tirar o atraso vou reproduzir mais uma história, uma bem longa, mas começamos primeiro com o título.</p>
<p>&#8220;E vocês, o que têm feito do tempo e das oportunidades que tiveramaté aqui?&#8221;</p>
<p>Essa pergunta foi feita em 1941 pelo missionário Mirddin Thomas, na conferência anual da Aliança das Igrejas Evangélicas do Norte, em Barra do Corda/MA. Entre os presentes estava um jovem de 20 anos que viria a se tornar no Rev. Abdoral Fernandes da Silva. Seus pais tinham conhecido o evangelho através do ministério do médico e Rev. Perrin Smith, que sucedeu a João em Barra do Corda.</p>
<p>A história transcrita a seguir foi contada pelo Rev. Jader da Igreja Presbiterina de Recife, baseado no livro do Rev. Abdoral.</p>
<p style="border-right:medium none;border-top:medium none;border-left:medium none;border-bottom:windowtext 2.25pt double;padding:0 0 1pt;"> </p>
<h1 class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">“O Aleijado foi muito longe!</span></span></h1>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Era assim que João Batista Pinheiro era chamado nos idos de 1800: “o aleijado”. Preservando tão-somente o aspecto histórico, o título desta pastoral procura transportar-nos para um dos momentos marcantes dos primórdios do nosso trabalho: de nosso meio o Senhor levantaria um homem simples e faria dele um grande missionário! Doença de bouba? De família com muitos filhos o menino João nasceu mirradinho, quase não se criando. Vivia em um pequeno sítio nas imediações de Barra do Corda-MA, em extrema pobreza, alimentando-se da terra, de biscates, da boa vontade dos mais abastados e também da reza, muita reza com pedidos à nossa senhora para que chovesse, para que alguém providenciasse algo, para que o pão chegasse à mesa.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Dias santos eram respeitados com rigor e os santos dos dias eram homenageados com os nomes nos filhos. O que o padre falava era ordem e o que Igreja dizia era o que se seguia. Mas aquele menino João, que muito pedia para ser curado das feridas que infestavam o seu corpo infantil, via o tempo passar sem ser atendido. Hora melhorava um pouco, hora pipocavam novas feridas. Tudo indicando ser a doença de bouba, infecção comum nos trópicos, forte à época principalmente entre desnutridos que viviam em condições precárias. Começava com erupções na pele. Chás, banhos e outras “medicinas populares” eram tentadas, algumas surtindo pálido efeito, muitas, não.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Quando jovem João sofria com feridas que chegavam a afetar até os ossos, decidiu: &#8211; Vou embora!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Ficou sabendo que em Fortaleza havia tratamento. Juntou o pouco que tinha, arrumou uma trouxinha com parcas roupas, pediu a bênção aos pais e partiu. Colocou um pedaço de madeira que ele mesmo seguia esculpindo e foi pela estrada, pedindo ajuda e espaço nos transportes de tração animal ou trem, comendo quando desse e o que dessem.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Assim o maranhense chegou à capital alencarina. Amputação. Não teve jeito. O tratamento além de caro era raro. A Medicina brasileira não estava apta para lidar com casos como aquele. Amputaram-lhe a perna. Quase morreu, mas não morreu. E ficou em Fortaleza, mendigando. Seu pedaço de madeira transformara-se em uma imagem de nossa senhora esculpida com canivete por suas ágeis mãos. Era seu costume pedir esmolas apresentando a imagem às pessoas, rogando bênçãos aos ofertantes. Aquela imagem o acompanhava e produzia conforto.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Seguia rezando e confiando no objeto da sua devoção. A essa altura as feridas já estavam presentes na perna que ficara. A agonia o afligia. Tudo coçava e irritava o tecido cutâneo. “No Recife ouvi dizer que tem médico bom para esse negócio aí”. Foi o que ouviu de um transeunte. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Agarrou-se aquela informação sem sequer confirmar se havia veracidade ou não. Iria para Recife à procura de tratamento. E da mesma forma, pedindo e esperando, apoiando-se em uma muleta, tomou o rumo de Pernambuco. Que música linda! De onde vem?! </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">1887. João estava dormindo na porta de um estabelecimento comercial. Era domingo cedo. Dormia sempre onde encontrava espaço, nas portas mais ao fundo das paredes para proteger-se da chuva. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Acordara com lindos hinos sendo entoados. Ficou impressionado. Enlevado, guiando-se pelo som, foi se aproximando.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Achou aquilo estranho. Não era igreja como ele conhecia uma igreja, mas parecia algum tipo de missa acontecendo em um salão pequeno. Mas não tinha padre, nem véu, nem velas&#8230; Ficou à porta, meio acanhado e muito desconfiado. Achara a música linda. E como não tinha outra coisa para fazer ficou ouvindo. No outro domingo quis voltar para ouvir mais cânticos. E ficou novamente parado na entrada. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">E ouviu a mensagem. Que mensagem linda! Que palavra segura! Que Cristo maravilhoso! João Batista não agüentou mais. Queria professar imediatamente aquela fé, bíblica e cristalina que fazia o seu coração arder.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Assim, veio a Cristo, passando a receber a atenção e o cuidado dos membros da igreja. Não muito tempo depois, providenciaram para ele um quartinho nos fundos e generosas irmãs lhe davam alimento. Se lia “só de carreirinha e muito mal”, o tempo que tinha passou a ser investido aprendendo a ler melhor. E lia a Palavra de Deus, e lia, e lia&#8230; Os meus parentes estão em trevas. João ficou triste, muito triste.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Pensava nos seus lá no Maranhão. Eles nunca tinham ouvido aquela mensagem do evangelho da Graça de Deus. E por isso orava e rogava ao Pai a oportunidade de revê-los. Queria compartilhar a Palavra. A sua saúde continuava debilitada. O tratamento que viera buscar não encontrara. Sua alma estava restaurada, mas a sua perna já estava bem comprometida. Queria retornar ao Maranhão e pregar para os seus parentes antes de morrer.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">A liderança da igreja levantou um montante e o enviou a São Luís com uma carta de recomendação. Àquela altura a Missão Presbiteriana do Norte do Brasil destacara para aquela capital os Reverendos Butler e Thompson, que acolheram João. Foi Dr. Butler, aliás, quem cuidou de suas feridas e providenciou a amputação da perna, por não haver mais jeito. João Batista Pinheiro tivera amputações que chegavam perto das nádegas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Distribuindo folhetos incansavelmente. Fizeram para ele um carrinho com rodas de madeira (tipo carrinho de rolemã) para que pudesse se locomover. Como a pele na região amputada ficara sensível, também lhe forneceram uma proteção à base de couro e assim se arrastava pela cidade, sempre pregando o evangelho e sempre distribuindo folhetos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">De São Luís seguiu para Barra do Corda. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Matem esse aleijado! Assim que começou a pregar começaram as reações fortes! Aquilo ia contra os ensinamentos da Igreja Católica! Aquilo era heresia! Aquilo era mensagem de maldito protestante!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Com limitações físicas, foi apedrejado, linchado, e certa vez um furioso anti-evangélico lançou seu cavalo contra ele, atropelando-o.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Pedira Bíblias que o Rev. Thompson enviara pelo Correio. Seis exemplares, todos tomados à força e queimados em praça pública. Pediu mais Bíblias e dessa vez a Igreja de São Luís enviou o dobro: doze. E foi graças à perseverança e pregação deste incansável servo de Deus que as primeiras famílias em Barra do Corda ouviram o evangelho e nele creram.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Em 1901 professaram a fé as famílias Barros, Caetano, Pinheiro, Dodô e outras mais, através do testemunho daquele homem humilde e fiel. Dos ensinamentos recebidos no Recife e em São Luís, João a todos recomendava o amor e a devida observação às Sagradas Escrituras, ensinando pacientemente os novos convertidos, ajudando-os a seguir na trilha da fé, com perseverança e dependência da Graça!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Em 1905 chegara à cidade de Grajaú, distante cerca de 200 quilômetros de Barra do Corda, um casal canadense. À semelhança do conhecido médico escocês Dr. Robert Kalley, Perrin e Ann Smith vieram ao país como missionários independentes, mas com visão mais congregacionalista. Perrin era um pregador incansável, viajando mais de 700 quilômetro à cavalo pregava sempre em cidades como Serra das Cintra, Imperatriz, Serra Negra, incluindo também a região do Alto Mearim.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Em 1911 realizou mais de 30 batismos em Barra do Corda, dos “discípulos do João”. Ali os crentes pediram-lhe encarecidamente que cuidasse do rebanho, pois João Batista Pinheiro, agora velho, surdo e quase cego, recolhera-se muito enfermo à casa de uma filha.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">A Igreja Presbiteriana não tinha quem enviar para lá e um sobrinho de João era quem ‘pastoreava’, sendo este muito simples e quase analfabeto. O Pastor Perrin atendeu o pedido, comprou uma propriedade e dali passou a pregar em outras localidades como Porto Franco, Mirador, Colinas, São Domingos, Presidente Dutra, etc. Por suas convicções, aquela que seria uma igreja Presbiteriana foi mudada para uma linha mais congregacional, surgindo uma nova denominação no solo brasileiro: a Igreja Cristã Evangélica do Norte do Brasil (os pais da minha esposa atuaram por mais de 40 anos com este grupo). E a Igreja Cristã Evangélica está hoje presente em onze estados brasileiros, massissamente na região Norte do país.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Ide! De Barra do Corda saíram muitos obreiros simples que foram entrando nas matas do Pará, Amazonas, Amapá, Roraima, Rondônia e hoje pregações bíblicas e igrejas nos mais longínquos rios amazônicos podem ser encontradas. Homens e mulheres de Deus seguiram a boa tradição de compartilhar a Palavra onde houvesse oportunidade e gente para ouvir, tornando a gloriosa mensagem do evangelho bem conhecida nas densas matas do Norte. Era a mesma mensagem levada anos atrás pelo aleijado onde não havia Mensagem. E desde então este evangelho de poder transformador andou e tem andado como nunca! “&#8230;e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus”. ( 1 Co 1.28,29).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;"><em>Escrito pelo Rev. Jáder Borges Filho</em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 12pt;padding:0;"><em><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Relato possível graças ao livro “Nossas Raízes” do Rev. Abdoral Fernandes, que conta a história das Igrejas Cristãs Evangélicas do Norte do Brasil</span></span>&#8220;</em></p>
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		<title>Até aqui&#8230;.</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 17:02:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edukerr</dc:creator>
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		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Guilherme Kerr, Guilherme Kerr Neto<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=eduardokerr.wordpress.com&blog=2392533&post=272&subd=eduardokerr&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p> </p>
<p>Encerrando oficialmente o ano de 2008, posso dizer como Samuel: &#8220;Até aqui nos ajudou o Senhor&#8221; (1Sa 7.11-13)</p>
<p>Não significa que não houve momentos de dúvidas, tristezas e apreensão, afinal temos sempre que lembrar que ainda hoje os filisteus são mais fortes, mais poderosos e em maior número.</p>
<p style="text-align:justify;">Os breves relatos com que venho alimentando esse blog, não devem ser mal interpretado  pelo leitor distraido ou precipitado. Acredite, é impossível expressar o desafio que os cristãos enfrentam diariamente, mas &#8230; é a cada dia. Se ainda não fui claro cito o que meu tio Otavio dizia: &#8220;sopa quente a gente toma pela borda&#8221;. Precisa de colher e prudência, não mais que isso.  Muitas pessoas já estão sofrendo só de pensar que tem um ano inteiro, novinho em folha, pela frente.</p>
<p>É um bom momento de lembrar que a misericórdia de nosso Deus &#8220;..se renova a cada manhã.&#8221;  (Lm 3.22-24)</p>
<p style="text-align:justify;">A frase de Samuel também não deve ser entendia como um ponto limite da paciência de nosso Criador, não significa que, no ano que está para começar, Deus vai tirar férias. Nesse momento há um forte desequilbrio na mídia entre a prudência e a histeria.</p>
<p>Para terminar o ano, aproveito a palavra de dois Guilhermes:</p>
<p>A primeira palavra, do avô Rev. Guilherme Kerr, em um de seus sermões sobre a causa de coisas ruins acontecerem aos  que são fieis à Deus:  &#8220;Se houvesse uma forma melhor, Deus teria feito&#8221;, Deus não está em julgamento.</p>
<p>A segunda palavra, do primo Pr. Guilherme Kerr Neto, em seu sermão &#8220;Jesus is on the move&#8221;, (<a href="http://www.harbourchurch.org/podcast/wp-content/uploads/2008-07-20_guikerr_jesusisonthemove.mp3">http://www.harbourchurch.org/podcast/wp-content/uploads/2008-07-20_guikerr_jesusisonthemove.mp3</a>) que nos lembra da promessa (na verdade os termos em Ezequiel são mais forte que uma promessa) de Deus enviar seu Filho para cuidar de nós( Ez 33.10-16), mas é preciso que Cristo seja parte de nossa vida.</p>
<p>Como aprendi na Escola Dominical, &#8220;com Cristo no barco tudo vai muto bem, e passa o temporal&#8221;.</p>
<p>Bom ano para todos, com mais histórias que precisam ser contadas</p>
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		<title>Espalhando o sal 17 &#8211; De vento em popa</title>
		<link>http://eduardokerr.wordpress.com/2008/11/21/espalhando-o-sal-17-de-vento-em-popa/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 03:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edukerr</dc:creator>
				<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Bíblia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[vento em popa]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 18 de novembro de 1951, meu pai, que cursava a Escola Naval, foi um dos tripulantes do barco de madeira &#8220;Vendaval&#8221;, vencedor (Fita Azul) da primeira regata oceânica Santos-Rio. O tempo da travessia, 23h50 min, levou 44 anos para ser superado. Quando o recorde foi quebrado, foi feito pelo campeão olímpico Torben Graell.
Nunca ouvi [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=eduardokerr.wordpress.com&blog=2392533&post=183&subd=eduardokerr&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Em 18 de novembro de 1951, meu pai, que cursava a Escola Naval, foi um dos tripulantes do barco de madeira &#8220;Vendaval&#8221;, vencedor (Fita Azul) da primeira regata oceânica Santos-Rio. O tempo da travessia, 23h50 min, levou 44 anos para ser superado. Quando o recorde foi quebrado, foi feito pelo campeão olímpico Torben Graell.</p>
<p style="text-align:justify;">Nunca ouvi (acho pouco provável que meus irmãos também tenham ouvido) meu pai contar sobre essa &#8220;singela&#8221; façanha, nem tão pouco do recorde que levou mais de 4 décadas para ser superado. Apesar dos avanços tecnológicos na construção naval, imagino que o vento demorou a encontrar outra tripulação que o compreendesse.</p>
<p style="text-align:justify;">Tudo que sabia dessa época é que durante o tempo da Escola Naval meu pai havia  participado de algumas regatas e jogado basquete. Muitas vezes ouvi a expressão &#8220;de vento em popa&#8221; dita por meu pai, e mesmo sem nunca ter aprendido a velejar, ficou logo claro para mim o sentido da expressão. Quando usada, nunca se referia à competição ou a um recorde, mas se referia a fazer o melhor possível e aproveitar as oportunidades.</p>
<p style="text-align:justify;">Foi essa a expressão que me veio a mente, quando organizava os dados dos progressos alcançados na distribuição de Bíblias no Brasil. Os colportores souberam aproveitar cada oportunidade, cada viagem, cada porta que se abria, primeiro por intermédio do patrocínio de Robert Kalley, depois com a ajuda das agências das Sociedades Bíblicas.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1874, foi criada a primeira Sociedade Biblica do Brasil, que nasceu na Igreja de Kalley no Rio de Janeiro, mas não teve exito na consolidação como empresa auto-sustentada. Mais uma tentativa foi feita em 1902, em Niterói, no estado do Rio de Janeiro, dessa vez chamada de Sociedade Bíblica Juvenil de Nictheroy. Essa organização também não foi avante.</p>
<p style="text-align:justify;">Durante algumas décadas, os representantes americanos e britânicos das Sociedades Bíblicas atuaram no Brasil de forma paralela, mas em espírto de colaboração. Em 1910, foi publicado o Novo Testamento com a primeira tradução do texto bíblico feita no Brasil, e  depois, em 1917, a Bíblia completa, que ficou conhecida como Tradução Brasileira. Esse longo trabalho teve o fundamental apoio da Sociedades Bíblicas, de ilustres brasileiros e ficou conhecida como uma versão muito literal dos textos originais, o que para leitores comuns nem sempre é uma vantagem, mas se tornou um valioso instrumento para estudiosos, pesquisadores e professores.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1931, os representantes americanos e britânicos publicaram um relatório em conjunto com o título &#8220;As Sociedades Bíblicas lançando os alicerces da Escola Dominical&#8221;,  com a avaliação do que  tinha sido feito em 77 anos de trabalho formalmente organizado. Destaco alguns dos comentários:</p>
<ul class="unIndentedList" style="text-align:justify;">
<li> a população tem aumentado de 10 milhões para 42 milhões.</li>
<li> as estradas de ferro de 40 Km para 35.000 Km</li>
<li> a Sociedade Bíblica Britânica tem distribuído cerca de 2.800.000 exemplares das escrituras, a Sociedade Bíblica Americana cerca de 2.600.000 e a Sociedade Bíblica Nacional Escocesa cerca de 600.000, totalizando 6 milhões, 1 exemplar para cada 7 habitantes. Apesar de ser um número grandioso, a grande maioria foi de pequenas porções do texto, e consequentemente o número de versões integrais da Bíblia nas mãos de brasileiros é comparativamente pequeno.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">O vento continuou soprando &#8230; Em 1948, foi criada a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), e em 1995 foi inaugurada a Gráfica da Bíblia em Barueri, no estado de São Paulo (Sobre esse período da SBB temos um livro escrito pelo Rev. Luiz Antonio Giraldi que participou durante quase 50 anos de forma ativa na área de tradução, administração e direção da SBB. O livro foi publicado em 2008 e se chama A História da Bíblia no Brasil).</p>
<p>Inaugurada em 1/07/1995, a Gráfica da Biblia da SBB já produziu até agora 80 milhões de escrituras (Bíblias e Novos Testamentos), o que resulta uma &#8220;singela&#8221; média de 16 livros/minuto nas últimas 680 semanas de trabalho. Essa média, se considerarmos somente o ano de 2008, alcança a marca de 35 livros/minuto.</p>
<p>Dos 80 milhões já produzidos, 20 milhões de livros foram exportados para 102 países em mais de 25 idiomas distintos.</p>
<p style="text-align:justify;">De vento em popa, alcançamos essa marca, e, com certeza, o empenho e zelo de todo o corpo de funcionários da SBB foram  importantes para nos manter no rumo, vencer os desafios e aproveitar as oportunidades, mas o vento que nos impulsionou foi a Graça e Misericórida de Deus.</p>
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		<title>Espalhando o sal 16 &#8211; Entradas e Bandeiras</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 14:07:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Manoel Pereira de Toledo Magalhães]]></category>
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		<description><![CDATA[Na época que existia o curso ginasial, Entradas e Bandeiras era um dos tópicos dos livros de  História do Brasil, e que contava como o território brasileiro, que inicialmente foi delimitado pelo Tratado de Tordesilhas, acabou tendo sua linha de fronteira imaginária entre as terras de Portugal e Espanha empurrada pela América do Sul a dentro, com ação direta dos bandeirantes.
De semelhante [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=eduardokerr.wordpress.com&blog=2392533&post=170&subd=eduardokerr&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Na época que existia o curso ginasial, Entradas e Bandeiras era um dos tópicos dos livros de  História do Brasil, e que contava como o território brasileiro, que inicialmente foi delimitado pelo Tratado de Tordesilhas, acabou tendo sua linha de fronteira imaginária entre as terras de Portugal e Espanha empurrada pela América do Sul a dentro, com ação direta dos bandeirantes.</p>
<p style="text-align:justify;">De semelhante modo, os colportores cruzaram o território nacional, de barco, trem, mula, cavalo e a pé, jogando sementes da Palavra de Deus, sendo responsáveis pelo nascimento das igrejas nos locais mais remotos de nosso país.</p>
<p style="text-align:justify;">Algumas sementes cairam em solo fértil, outras em pedra, outras em espinhos, mas até mesmo algumas que cairam (ou &#8220;foram caídas&#8221;) nas águas, floreceram. Os colportores passaram por Brotas/SP</p>
<p style="text-align:justify;">Brotas foi um terreno fértil, mais que isso, se tornou numa fábrica de semeadores, a partir das sementes plantadas por William Pitt, Blackford, Simonton, Lennington, José Manuel da Conceição e com continuidade pelas famílias dos Cerqueira Leite, Gouvea, e muitos outros descendentes.</p>
<p>Uma história da região de Brotas entrou para minha coleção, foi contada por Rubens Amorese, a respeito de seus antepassados.</p>
<p><strong>Manoel Pereira de Toledo Magalhães.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Veio do sul de Minas Gerais com seu pai Beraldo, para a região de Brotas e Jaú, por volta de 1853.  Foi batizado e professou a fé em Brotas, SP. Eleito presbítero em 3/10/1875, foi empossado em 20/2/1876, em cerimônia dirigida pelo pastor da Ig.Presb.de Brotas, Rev. Antonio Bandeira Trajano. Uma de suas netas escreveu:</p>
<p style="text-align:justify;">“&#8230; vô Manoel foi a Brotas (interior de SP) para dar fim a um certo templo &#8220;daquela gente protestante&#8221;. Ouviu um hino &#8230; resolveu esperar na porta com seus capangas até que a música acabasse. Na seqüência o pastor, de voz trêmula, falou&#8230; ele resolveu, então, esperar pelo final do &#8220;discurso&#8221;&#8230; &#8220;  teve sua vida transformada.</p>
<p>Dessa forma foi que grande parte de sua descendência se tornou evangélica.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre os muitos descendentes de Manoel Pereira de Toledo Magalhães houve união com os Cerqueira Leite (que formaram laços familiares com os Kerr) e com a família de Garcia Nogueira, que formaram laços afetivos desde os anos de 1920.</p>
<p style="text-align:justify;">Rev. Rodolfo G. Nogueira foi presidente da  Sociedade Bíblica do Brasil(SBB) na década de 1970. Muito tempo depois, já com 86 anos, visitou a SBB em sua nova Sede em Barueri, e ficou sabendo que havia um Kerr trabalhando no escritório, fez questão de me conhecer pessoalmente e vibrou ao saber que eu era neto do Rev. William Kerr, seu professor de hebraico no seminário. Voltou mais uma vez  alguns meses depois e me trouxe um presente de Natal. Faleceu com quase 90 anos.</p>
<p>Até hoje tenho na memória a alegria demonstrada pelo Rev. Rodolfo e dos breves minutos em que contou histórias do seu tempo de estudante e sua admiração pelo mestre querido.</p>
 Tagged: Brotas, Manoel Pereira de Toledo Magalhães, Rodolfo Garcia Nogueira <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/eduardokerr.wordpress.com/170/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/eduardokerr.wordpress.com/170/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/eduardokerr.wordpress.com/170/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/eduardokerr.wordpress.com/170/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/eduardokerr.wordpress.com/170/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/eduardokerr.wordpress.com/170/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/eduardokerr.wordpress.com/170/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/eduardokerr.wordpress.com/170/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/eduardokerr.wordpress.com/170/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/eduardokerr.wordpress.com/170/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=eduardokerr.wordpress.com&blog=2392533&post=170&subd=eduardokerr&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Espalhando o sal 15 &#8211; &#8220;Pedro Feliz&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 14:38:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edukerr</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Colportores]]></category>
		<category><![CDATA[Frederick Glass]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Feliz; Vila boa de Goias]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O que ouvimos e aprendemos, o que nos contaram nossos pais, não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do Senhor e o Seu poder e as maravilhas que fez.&#8221; Salmo 78:3,4
Frederick Glass, era inglês, nasceu em 1870, faleceu no Rio de Janeiro com 90 anos.
Em 1892 veio ao Brasil por [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=eduardokerr.wordpress.com&blog=2392533&post=165&subd=eduardokerr&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>&#8220;<em>O que ouvimos e aprendemos, o que nos contaram nossos pais, não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do Senhor e o Seu poder e as maravilhas que fez</em>.&#8221; Salmo 78:3,4</p>
<p>Frederick Glass, era inglês, nasceu em 1870, faleceu no Rio de Janeiro com 90 anos.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1892 veio ao Brasil por intermédio de uma companhia britânica, trabalhando para mineração S. João Del Rei, na cidade de Morro Velho/MG.  Logo em sua chegada, Glass é  preso acusado de participar de revolta. Fica uma noite na prisão. Este evento iria marcar sua vida para sempre. Solto no dia seguinte, Glass começa a trabalhar em MG.</p>
<p style="text-align:justify;">O tempo passou, quase dois anos, e através de um canadense, Reginald Young, Glass deixa de ser um &#8220;frequentador de igreja&#8221; e se torna em colportor. Apesar de conhecer a Bíblia desde de criança e de ter sido um &#8220;cristão social&#8221;, até ali sua vida era sem forma e vazia, a igreja era semelhante a um clube semanal de encontro com amigos.  Como colportor, Glass entra para Sociedade Bíblica Britânica e logo depois para agência missionária Help for Brazil que em 1911 se funde com a UESA (União Evangélica  para America do Sul). Help for Brazil, como já dissemos anteriormente foi fundada por Sarah Kalley, Hudson Taylor, James Fanstone e outros.</p>
<p style="text-align:justify;">Durante sua vida de colportor morou em Vila Boa de Goias(antiga capital do estado de GO), Garanhuns/PE, São Paulo e Rio de Janeiro, mas suas viagens foram inúmeras, não só nas cidades, mas também em aldeias de índigenas, chegando inclusive a apreender algumas línguas indígenas.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando chegava a uma cidade Glass tinha o hábito de visitar as cadeias, falando não só aos presos mas também aos soldados. Em 1902, em uma de suas viagens, chega a capital de Goias, Vila Boa de Goias. Na visita que faz a cadeia local, vende uma Bíblia a Pedro Felix Alves, (detalhe: Pedro não sabia ler), que tinha recebido uma sentença de 30 anos por roubo seguido de morte. Embora fosse inocente, o sujeito que realizou o crime, havia morrido impossibilitando a inocência de Pedro, ele estava preso desde 1887.</p>
<p>Em 1904 volta a capital de Goias, desta vez para montar o escritório de colportagem. Lembrando de sua visita a cadeia, retorna ao local e fica sabendo que Pedro aprendera a ler, e pregava o evangelho aos presos.</p>
<p style="text-align:justify;">Glass reside por dois anos no local e visita regularmente Pedro, a quem chamava de Pedro Feliz, que estava sempre sorrindo. Ao deixar a cidade em 1906, a primeira igreja Evangélica estava criada, os primeiros membros eram cinco soldados e três prisioneiros. Pedro, recebeu o perdão do Governador de Goias, algo muito raro na época, e foi eleito diácono da igreja.</p>
<p style="text-align:justify;">Anos mais tarde, Glass foi convidado para cerimônia de batismo do filho de Pedro Feliz. Muitas outras igrejas nasceram ao redor daquele polo, através do trabalho ods colportores liderados por Glass.</p>
<p style="text-align:justify;">O irmão de Glass, quando conheceu suas histórias decide vir ao Brasil (ele morava na Nova Zelandia) e passa a fazer companhia a seu irmão. Entre as tribos visitadas, destaca-se as visitas aos Carajás e Carijós.</p>
<p>Frederick Glass tem dois livros escritos, Adventures with the Bible in Brazil (1914) e Through Brazilian Junglelands wiht The Book (1920). Para quem quer conhecer boas histórias da colportagem, é uma leitura deliciosa.</p>
 Tagged: Colportores, Frederick Glass, Pedro Feliz; Vila boa de Goias <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/eduardokerr.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/eduardokerr.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/eduardokerr.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/eduardokerr.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/eduardokerr.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/eduardokerr.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/eduardokerr.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/eduardokerr.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/eduardokerr.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/eduardokerr.wordpress.com/165/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=eduardokerr.wordpress.com&blog=2392533&post=165&subd=eduardokerr&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Espalhando o sal 14 &#8212; Rio abaixo</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 23:46:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Começo com duas narrativas de trabalho de colportores anônimos.
Pelo menos duas igrejas no nordeste do Brasil tiveram início semelhantes:
1- Piauí
Esse relato feito por Richard Sturz, conta como uma simples leitura da Bíblia, que havia sido retirada do rio Parnaiba, quando o padre da cidade de Uruçui decidiu jogar no rio todas as Bíblias que foram adquiridas por seus paroquianos. O ano da história está entre [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=eduardokerr.wordpress.com&blog=2392533&post=145&subd=eduardokerr&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Começo com duas narrativas de trabalho de colportores anônimos.</p>
<p>Pelo menos duas igrejas no nordeste do Brasil tiveram início semelhantes:</p>
<p>1- Piauí</p>
<p style="text-align:justify;">Esse relato feito por Richard Sturz, conta como uma simples leitura da Bíblia, que havia sido retirada do rio Parnaiba, quando o padre da cidade de Uruçui decidiu jogar no rio todas as Bíblias que foram adquiridas por seus paroquianos. O ano da história está entre 1910 e 1920. Aconteceu que um colportor (só Deus sabe do seu nome) passou pela cidade de Uruçui, Piauí, vendendo Bíblias. Quando o sacerdote local descobriu que algumas pessoas tinham comprado, ele convocou a todos e exigiu que as Bíblias fossem entregue a ele. O padre se comprometeu a fornecer Bíblias católicas para aqueles que compraram do colportor um exemplar. No entanto, isso nunca foi feito.</p>
<p style="text-align:justify;">Após recolher todas as Bíblias o padre lançou os livros no rio Parnaiba. Alguns kms rio abaixo, alguns homens estavam nadando e viram um objeto flutuando. Um deles recolheu uma Bíblia. Levou para casa e secou. Porém, nem ele nem os outros adultos na pobre localidade sabiam ler. O que estaria escrito no livro que chegou flutuando?</p>
<div style="padding:2px;">Havia uma jovem, cerca de 12 a 13, (também não conhecemos seu nome) que sabia ler, e foi assim que um grande número de adultos se reuniam durante a noite e, a menina começou a leitura daquele livro, a partir do Gênesis.</div>
<div style="padding:2px;">Alguns meses depois o Pastor Jonas B. Macedo, que tinha uma igreja a 500 km dali, passa pela cidade de Uruçui e resolve pregar na praça. Foi convidado a se retirar mas falaram que numa localidade perto dali havia pessoas que &#8220;falavam&#8221; igual a ele. Jonas Macedo chegou na localidade e &#8230; resumindo &#8230; fundou a primeira igreja Batista em Uruçui.</div>
<p style="text-align:justify;">2- Bahia</p>
<p>Faço um resumo do que foi relatado pelo Pastor Adventista, Plácido da Rocha Pita, escrito em suas memórias em 1947, e publicada no livro &#8220;Por que mudei de exército&#8221;,  pela Casa Publicadora Brasileira, Santo André/SP 1985.</p>
<p>Na cidade de Santa Maria de Vitória, em 1908, um desconhecido, um colportor vendeu 8 Biblias,  apesar de ser na versão de Figueredo e inclusive ter o carimbo da Igreja Católica, Imprimatur, o padre recolheu todos livros e jogou no rio Corrente, afluente do S. Francisco, próximo a cidade conhecida como Porto Novo. Um barqueiro que carregava rapadura viu o padre jogar no rio os livros e pensou consigo mesmo: &#8220;Devem ser livros perversos, o santo padre está jogando no rio&#8221;.</p>
<p>O barqueiro terminou seu trabalho à noite. Quando o dia começou, soltou seu barco sobre as calmas águas claras do rio Corrente. Duas léguas abaixo, o barqueiro viu um embrulho no fundo raso do rio e com o remo empurrou com força o livro embrulhado para margem. A força da &#8220;remada&#8221; molhou uma parte do livro e após secar, as folhas ficaram enrugadas, depois de seco o &#8220;defeito&#8221; no livro fazia com que ele se abrisse sempre no mesmo local, capítulo 20 de Êxodo.</p>
<p style="text-align:justify;">O livro foi dado ao cunhado de Plácido,  Joaquim Matos, muitos vieram ler o misterioso livro, todos começavam a leitura pelas páginas enrugadas, os 10 Mandamentos. Foi formada uma comunidade adventista, que recebia visitas pastorais a cada 4 ou 5 anos, e assim foi até 1947 quando finalmente foi designado um pastor para localidade</p>
<p style="text-align:justify;">O escritor deste relato, Pastor Pita, deixa uma grande interrogação de como seria possível o livro descer o rio por duas léguas durante a noite, e somente na hora em que foi retirado bruscamente com o remo é que tem suas páginas molhadas. A próposito, o colportor nunca retornou aquela localidade.</p>
 Tagged: Bíblia, colportores anônimos, Plácido da Rocha Pita, rio a baixo, rio corrente, Uruçui <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/eduardokerr.wordpress.com/145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/eduardokerr.wordpress.com/145/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/eduardokerr.wordpress.com/145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/eduardokerr.wordpress.com/145/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/eduardokerr.wordpress.com/145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/eduardokerr.wordpress.com/145/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/eduardokerr.wordpress.com/145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/eduardokerr.wordpress.com/145/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/eduardokerr.wordpress.com/145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/eduardokerr.wordpress.com/145/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=eduardokerr.wordpress.com&blog=2392533&post=145&subd=eduardokerr&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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