Rev. Conceição faleceu em 25 de dezembro de 1873. Sua saúde já preocupava a algum tempo seus amigos de ministério. Para obrigar Conceição a dar uma parada nas suas longas viagens a pé, os missionários o incentivaram a viajar ao Estados Unidos. Lá ele permaneceu quase um ano, tendo passado 8 meses na igrejas dos madeirenses em Illinois.
Na volta ao Brasil retornou a realizar sua viagens. Participa da Cerimônia de sepultamento de William Pitt em São Paulo.
O Presbitério do Rio convida Conceição para morar na capital do Império, Blackford alugou uma casa em Santa Tereza onde Conceição deve se instalar. Vindo de São Paulo a pé, fraco e doente, caiu na Estrada da Pavuna dia 24 de dezembro. Foi socorrido pelo médico Major Augusto Fausto de Souza e levado para enfermaria militar do Campinho. Fausto de Souza fica intrigado com aquele indigente que convesa pouco, e pede para ficar com a sós com Deus. Falece no dia seguinte, ia sendo enterrado como indigente, mas preocupado com a demora, Blackford envia um seminarista a procura do Conceição. O seminarista chega a tempo de identificar o corpo, é sepultado no Cemitério de Irajá. Dois anos depois seu corpo foi transportado para o Cemiterio dos Protestantes em São Paulo e enterrado ao lado de Simonton.
A morte de Conceição teve um forte impacto na vida de Fausto de Souza. O major era amigo do imperador D. Pedro II, médico experiente e havia sido ferido na Guerra do Paraguai. Veio a ocupar a Presidência da Província de Santa Catarina. Escreveu a primeira biografia de Jose Manoel da Conceição. Convertido ao evangelho, passa a frequentar a igreja do Riachuelo no Rio. Duas de sua bisnetas são amigas de infância de minha mãe, as professoras Norma e Fernanda Calado. Um outra bisneta, Cely Luz, é mãe de uma querida amiga, desde os tempos de adolescência, a jornalista e escritora Mônica Luz.
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